ZONA PREVIAMENTE DEMARCADA EMBORA NÃO SE LHE CONHEÇAM OS SEUS LIMITES
PISTA DE DIMENSÕES DESCONHECIDAS NA QUAL OS SEUS INTERVENIENTES POSSUEM UMA FUNÇÃO EMBORA NÃO ESTEJA ESCLARECIDO SE SE ENCONTRAM NO ACTIVO OU COM PEQUENAS REMINISCÊNCIAS DE FUNÇÕES ANTERIORES

ISMERETLEN BOLYGÓNK


Ismeretlen Bolygónk_2006
desdobrável_caneta de feltro, caneta tinta da china, colagem s/ papel impresso
colecção Budapest Galéria_Budapeste
Intercâmbio artístico Lisboa-Budapeste d Câmara Municipal de Lisboa_Budapeste_2006

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Rocket man_William SHATNER_1978

O Que Parece Não é


s/título d série O que parece não é_2001
43 x 64 cm_prova RA4 mate_colecção particular
Dromomania_Galeria ArtFit_Lisboa_2001; Jovens Criadores 02_Santa Maria da Feira_2002

Desenhos Aéreos


s/título d série Desenhos Aéreos_2004
120 x 82 cm_guache, caneta tinta da china s/ papel_colecção particular
Desenhos Aéreos_Galeria ArtFit_Lisboa_2004

“Desta forma a nossa geração acaba não somente de descobrir um buraco na fina camada de ozono que outrora nos protegia das radiações cósmicas, mas também de escavar outro buraco no azul, uma vez que, a partir de agora, o céu foge-nos. O ponto de fuga para o horizonte do Quattrocento é superado agora pelo do Novecento: há hoje uma saída nas alturas…”
em A Velocidade de Libertação_Paul VIRILIO_Lisboa: Relógio de Água_2000

Enviar A1 Amigo

Lago Balaton_Hungria_set 2006














Légy Erös!_OMEGA (Ω)

Sûrû éj átölel,
Nincs semmi fény, semmi jel.
A félelem egyre nõ,
S úgy érzem, nincs remény.

Gyenge vagy, féltelek.
Lassan már nem hiszed,
Hogy véget ér az éjszaka,
És gyõzni fog a tiszta fény.

Légy erõs, tarts ki még,
Fel ne add a jó reményt!

ANTÓNIO's

Marcha d Castelo_ensaio_Polidesportivo d Verbena_Lisboa_jun 2007































DENVER

degrau a degrau
apagas clareias
legendas
me nú

linguagem lenta
título progressivo
ângulo programado
ampliação repetida

cancel
1,2,3
4,5,6
7,8,9

estatuto
adormecido

vê +
ch -

havias de ter visto (AV)
ok análogo dvd

deve doer
chamar
outra
vez

FSSDMS_Fujamos Sem Sair Do Mesmo Sítio

sobre o filme A Enguia_SHÔHEI IMAMURA_1997

artefacto para atrair óvnis, criado por Masaki Saito (interpretado pl actor Ken Kobayashi)

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Telstore answering machine message (Joe Meek's Secretary)_JOE MEEK

A clown tu ÂNGELO

D&D - Desportos & Divertimentos_2009_caneta de feltro s/ papel













































ÂNGELO DE SOUSA [•][•] 2.2.1938 ◊ 29.3.2011

ÂNGELO DE SOUSA_convite da exposição Transcrições e Orquestrações_2003-2004
CAM-Fundação Calouste Gulbenkian_Lisboa_curador Nuno Faria










































ÂNGELO DE SOUSA: Estava só a brincar






















































































projecção, stills

Ângelo de Sousa_Escultura
CAM_Fundação Calouste Gulbenkian • Lisboa • 16.2.2006_11.6.2006
curador Nuno Faria

ÂNGELO DE SOUSA: De maneira que fiz senão não tinha feito




entrevista a ÂNGELO DE SOUSA

rádio ANTENA 2_programa MOLDURAS_por TERESA PIZARRO_9.6.2010
a propósito ds exposições n Galeria Diferença, Lisboa i Museu Municipal Abade Pedrosa, Santo Tirso _Mai-Jun 2010

ÂNGELO DE SOUSA: óbejékto






































ÂNGELO DE SOUSA_Pequenas esculturas (orelhas)_1975
15 x 12 cm_termoplástico trabalhado a quente_colecção d artista

em Ângelo de Sousa y Escultura
coord. Nuno Faria_textos d Francisco Tropa, Jorge Molder, José Gil [et.al.]
Lisboa: CAM_Fundação Calouste Gulbenkian_2006

TINTA NOS NERVOS

SOQL II_tintanosnervos
s/ título_série S.O.Q.L. II-Sujamos O Que Limpamos_2009
Tinta nos Nervos_2011_Museu Colecção Berardo_comissário Pedro Vieira de Moura



Catálogo Tinta nos nervos_2011_org. Pedro Vieira de Moura_textos d Sara Figueiredo Costa, Domingos Isabelinho, Pedro Vieira de Moura_design barbara says_Lisboa: Museu Colecção Berardo-CCB_distribuição Associação Chili Com Carne

S.Q.D.M.A._Será Que Deus Me Ama?









S.Q.D.M.A._Será Que Deus Me Ama?
17ª Feira Laica_dez 2010_Mercado Forno do Tijolo_Lisboa

O RAPAZ DA ÚLTIMA FILA

peça JUAN MAYORGA_tradução ANTÓNIO GONÇALVES
produção ARTISTAS UNIDOS_gravação ANTENA 2_programa TEATRO SEM FIOS




Uma das coisas que descobri quando era professor é que ninguém escolhe a última fila em vão. Nem sempre um rapaz a escolhe por ser o malandro, a última fila é aquela de onde se vê todos os outros sem se ser visto – é a fila do escritor, do artista.
em Artistas Unidos Revista nº19_Juan Mayorga_Lisboa: Edições Cotovia_2007

O Rapaz da Última Fila / Palavra de Cão / Bucha e Estica_Juan MAYORGA_trad. António Gonçalves_Lisboa: Edições Cotovia (colecção Livrinhos de Teatro)_2008

SEE YOU IN SEPTEMBER

seeyouinseptember

See You in September_THE HAPPENINGS

UMA PEDRA NÃO SAI DO SEU LUGAR

outdoor speaker 1
AWR-650-SM Granite Outdoor Rock Speaker_KLIPSCH Speakers

HI-FI AO AR LIVRE

No jardim de casa, junto à piscina, num terraço ou numa simples varanda, o tempo quente que se avizinha convida cada vez mais a momentos ao ar livre, em que a música pode ser uma companheira priviligiada.
Uma alternativa aos convencionais leitores portáteis de CD ou aos chamados "tijolos" como fonte sonora fora de portas (...) com a vantagem de ser uma solução permanente, discreta (...)


SOM DE PEDRA: Ocultar as colunas de som no meio da vegetação, fazendo-as passar por normais pedras do jardim, é o que propõe a norte-americana Rockustics, através de uma das mais curiosas propostas ao nível de colunas de som para exteriores disponíveis em Portugal.
São modelos construídos em pedra ou a simular este material, aliando o aspecto natural de uma qualquer rocha à função de coluna de som. A empresa possui actualmente em catálogo 4 gamas de colunas que propõem desde versões a recriar vários tipos de rocha, com diversas dimensões, floreiras, vasos, esculturas ou mesmo blocos finos de pedra para aplicação em paredes exteriores (…)  
em jornal Expresso_Pedro Freire Alves_28 Mai 2005



coluna-tronco
Tree Stump Subwoofer_STEREOSTONE



LÉOTARD SUGERE
audio multi-canal
Cântaro-Tenor (sistema áudio multicanal)

INCLUI-ME FORA

OU AIS ONITO UANDO ENHO ABELO URTO
OU GORA OMER MA ASANHA EGETARIANA M AFE INGAD
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DIETER ROTH E O ENSINO I _ Estava apenas a concordar com cada um deles


Dieter Roth a desenhar a duas mãos_série Trophies_1979

DIETER ROTH_série Trophies (desenhos rápidos a duas mãos)_1979
© Hansjorg Mayer and Dieter Roth Estate. . Photo: www.zuckerartbooks.com



Em meados dos anos 60, Dieter Roth (Hanover.1930-Basileia.1998) trabalhou e leccionou durante três anos em várias universidades nos Estados Unidos. Foi durante este período que a produção artística de Roth sofreu uma enorme transformação, recorrendo ao uso de materiais orgânicos para a criação dos seus trabalhos, entre os quais se encontram algumas das mais importantes e aclamadas peças de toda a sua obra. As conversas com amigos, colegas e alunos de Roth, compiladas neste livro, ajudam-nos a iluminar esse período crucial.

em DIETER ROTH in AMERICA_Dirk Dobke_Londres: Edition Hansjörg Mayer_2004
introd. i entrevistas d Dirk Dobke_fot. d Patrick Becker



Dirk Dobke: Conte-me como conheceu Dieter Roth?

Malcolm Grear: Através de Norman Ives que leccionava em Yale e ao mesmo tempo era professor convidado na Rhode Island School of Design.
Norman queria que Dieter desse aulas na Yale University, contudo a direcção da escola e alguns membros do concelho científico não concordaram.
Na altura, em meados dos anos 60, eu era o director do departamento de design da RISD.
Quando Norman me apresentou a Dieter, o nosso entendimento foi imediato. Propus-lhe que desse aulas no departamento de Design Gráfico, e mesmo sabendo que não havia qualquer recepção oficial, fizemo-la na mesma. Ouvira dizer que Dieter era um poeta do design, seja lá o que isso for, e que também tinha trabalhado para a companhia
Ciba-Geigy. Quando chegou, usava o nome Dieter Rot; supus que se devia ao facto de Roth trabalhar na altura com comida embolorada e apodrecida.


Creio que Dieter e Norman se conheceram quando Dieter esteve em Filadélfia.
O Philadelphia Museum dera-lhe uma bolsa para vir e criar o que quisesse; porque ele sempre se gabara de que poderia fazer o que quisesse. Quase que enlouqueceu ao tentar perceber e decidir o que seria exactamente isso de fazer o que se quer. Sentado numa sala, desenhou, pareceu-me a mim, durante seis semanas. Depois deu uma festa no estúdio onde trabalhara e convidou uma quantidade de gente — lembro-me de Dieter dizer que Charlotte Moorman tinha vindo nua. Cada convidado pôde escolher um ou dois desenhos dos seus — claro que foram disputados. Depois fez um livro com os que restaram. Creio que hoje, o livro deve estar no Philadelphia Museum.
A meu ver, Norman Ives é um herói do design, injustamente esquecido. Fomos amigos muito chegados.


(...)

Dirk Dobke: - Como é que Dieter ensinava?

Malcolm Grear: Bem, antes de mais devo-lhe contar que Dieter começou por dizer a toda a turma que, às aulas viria quem quisesse, e que, invariavelmente, fosse qual fosse a escolha de cada aluno, todos obteriam a nota 'B'.

Na primeira aula, deu a cada um deles, 50 cêntimos para irem comprar um livro. Provavelmente, os alunos pensaram que teriam de comprar o melhor livro que encontrassem. Foram a alfarrabistas, tentando encontrar o que julgavam ser livros fora de série. Consigo imaginar que alguns deles tenham posto alguns 20 dólares extra do seu próprio bolso. De regresso à sala de aula, na posse dos seus achados (livros bestiais, alguns com gravações a ouro), todos se orgulhavam das compras feitas. Enquanto os mostravam, Dieter examinava-os e ia-lhes colocando todo o tipo de questões. De seguida pediu-lhes: "Peguem no livro e construam uma torre." Nesse momento, só se ouviram queixumes, já que teriam de rasgar os livros bestiais acabados de comprar.
Começaram por construir a dita torre e um deles perguntou: "Sr. Dieter, não é suposto usarmos cola, pois não?" e ele respondeu: "Não, não é suposto usarem cola." Andava pela sala e quando se aproximou da porta, um outro aluno perguntou-lhe: "Sr. Dieter, não há problema em usar cola, pois não?" ao que Dieter respondeu: "Sim, podem usar cola." Eu pensei, "Ele está a gozar!" Perguntei-lhe: "Disseste a um aluno que não poderia usar cola e a outro que podia!" Dieter replicou: "Não. Um disse 'Não é suposto usarmos' e eu disse ' Sim, não é suposto' e outro disse 'Eu posso' e eu disse 'Sim, podes.' Estava apenas a concordar com cada um deles."
Depois Dieter mandou-os parar e pediu-lhes que utilizassem palavras das páginas que estavam a usar na construção da torre, e que com elas fizessem um poema. A partir deste, que elaborassem uma peça musical e por fim que idealizassem símbolos para as notas musicais, construíssem um instrumento musical e dessem um concerto. Juro-te que, por momentos, todos os alunos pensaram que eram Mozarts. Foi incrível como entraram completamente no projecto.


Toda a sua filosofia de ensino assentava em — o vosso métier não é elaborar portefólios, é o de fazer arte — ele encarava os exercícios como um processo educacional.
Havia um tipo na turma que nunca esquecerei, porque se rebelava contra todo este processo — se lhe propusesses um exercício, prontamente elaborá-lo-ia de modo a colocá-lo de imediato no portefólio. Acho que vinha todos os dias para as aulas de gravata. Achava que toda a abordagem e trabalho de Dieter, não passava de tretas, contudo era profissional o suficiente para não se incompatibilizar com nada. Passava as aulas a cirandar e a observar tudo... Certa manhã, percebeu que se tinha esquecido de qualquer coisa e disse: "Sr. Dieter, gostava de lhe mostrar o meu portefólio" (e eu pensei "Oh, não"). Dieter perguntou-lhe: "Onde está o projecto?" e ele respondeu: "Oh, está em minha casa." Dieter disse: "Vamos lá ver isso." E ele disse "Não, não. Não está terminado para o poder ver." porque na verdade estava a mentir. Dieter disse então: "Traz-me o teu portefólio esta tarde."
Bem, mais tarde, depois da aula perguntei a Dieter: "Viste o portefólio do aluno?" Ele respondeu: "Sim," e eu perguntei: "O que é que lhe disseste?" Dieter disse: "Fui desonesto com ele, do mesmo modo que ele foi comigo." eu disse: "Como fizeste tu isso?" e ele respondeu: "Disse-lhe que gostava do trabalho dele."
É o tipo de coisas que Dieter poderia fazer.


Providence Rhode Island_16 dez 2003

ACERTAR NA CABEÇA DO PREGO







livro Acertar n Cabeça d Prego_2009_8 pp._11.3 x 16 cm_edição única

∈ capítulo SOQL-SUJAMOS O Q LIMPAMOS ⊂ capítulo CPPV-CARNE D PORCO PASSAS A VEGETARIANODROMOMANIA

d) DO VINHO TOMEI ERRE





sobre A Flagelação das Bolsinhas de Camurça seguido de Um Outro Kratki-Baschik
Heimito von DODERER_trad. José A. Palma Caetano_Lisboa: Assírio & Alvim_2004

DAR Buon Giorno



Assim dormirás duas vezes_2007_caneta de feltro, caneta tinta d china
sobre Acerca do Infinito, do Universo e dos Mundos_Giordano BRUNO_trad. Aura Montenegro_capa Sebastião Rodrigues_Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian_1998

O CABELO D NEWTON

Newton

O cabelo de Newton cresceu de tal forma
que não percebemos se se encontra de frente ou de costas

Hoje ele é contorcionista

O espaço encolheu
e a sua maçã parece não saber exactamente onde cair
por isso paira

Não existem números
apenas acumulação

O axolotl é criado por quase todas as pessoas

Há muito que Möbius nos preparara
para caminharmos por uma só face


Abrigo_2003
2 x (70 x 200 cm)_película duratran (caixa de luz)
Experimenta Design 2003 (Voyager-03_Photo-Boxes)_Portugal; Barcelona; Madrid; Paris_2003